Quebra o meu orgulho

Uma das definições para “orgulho”, segundo do Dicionário Michaelis de Língua Portuguesa, é “amor-próprio exagerado”. Deus tem me ensinado e tratado comigo nessa área, ultimamente. A bíblia é muito clara quanto a isso. O maior será o menor (Mt 23.11). Devemos ser humildes e colocar o outro acima de nós (Fp 2.3). Ela usa muitas outras palavras para se referir ao orgulho como vaidade, egoísmo, vanglória, soberba e futilidade. O próprio Jesus nos diz para amarmos uns aos outros como ele nos amou (Jo 15.12): sem interesses, de forma pura e humilde. Mas será que é fácil perceber quando estamos sendo orgulhosos?

É nítido dizer que alguém é orgulhoso quando engana fieis para desviar uma grana preta, não é? Ou quando um filho sai de casa e nunca mais quer ver a mãe, nem a perdoar. Facilmente, identificamos o orgulho em situações extremas como essas. Mas e quando não abrimos mão das nossas certezas para ouvir o outro e pedir perdão, mesmo achando que estamos totalmente certos? E quando dedicamos mais tempo àquilo que nos agrada do que àquilo que Deus nos enviou para fazer?

Se uma pessoa não está à vontade na minha célula, devo ficar magoada se ela quiser visitar outras células? Ou me alegrar porque ela está se conhecendo melhor e desejando estar com Cristo? Se eu faço um ótimo trabalho, devo me desfazer daqueles que não o fazem, mas querem ajudar? Ou ensiná-los o que sei e aprender deles o que eles sabem?

Quando alguém que nos conhece pouco nos magoa é mais fácil perdoar. Afinal, ele não sabia que das suas limitações, não é mesmo? Mas e quando aquela pessoa que você mais admira faz algo que você não esperava e te deixa triste. De onde o perdão tem que sair? Quem tem que dar o primeiro passo?

A resposta é clara: Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos (Mc 10.45). Quando estamos mais irritados, tristes ou cansados é que devemos tomar mais cuidado para não sermos orgulhosos. Jesus, além de Deus, foi 100% homem, com atributos humanos como eu e você. Por isso, sei que somos capazes de sermos mais humildes, mais servos uns dos outros e mais cristãos em toda e qualquer circunstância. Tenho certeza disso…

Isabella Mariano

Se desejar receber devocionais como este em sua caixa de e-mail, envie uma mensagem para devocional.ibnu@hotmail.com com o assunto “Assinar”.

Anúncios

Rede de Evangelismo começa ações do projeto Impacto

A Juventude 180º Mudança Radical convoca você, discípulo desta Rede, para participar do projeto Impacto, realizado pela Rede de Evangelismo da Nova Unção. As ações terão início a partir do dia 19 de agosto, sendo realizadas em todo domingo de ceia, às 10 horas.

Para participar, procure a Rede de Evangelismo para comprar e escolher a cor da sua camisa e se juntar a essa equipe. “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.” (Marcos 16:15).

Venha com essa galera cumprir o chamado que Deus nos deixou. Faça da evangelização um estilo de vida.

Continuar lendo

Cuidado com os falsos profetas

“Cuidado com os falsos profetas. Eles vem a vocês vestidos de pele de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores”.
Mt 7:15 (NVI)

Ultimamente, não temos mais para onde correr. Até o “ser evangélico” está em alta, virou moda, é febre. Agora, é fashion ser crente, apesar da Globo insistir em nos insultar como nessa novela das 21h (Avenida Brasil). Nessa novela, há uma personagem evangélica, ex-atriz pornô. Até aí, glória a Deus por ela ter saído da vida promíscua e se entregado a Jesus, certo? Mas daí vem a forma como a Globo nos mostra à grande massa popular brasileira. Ela nos pinta como pessoas sem noção, aculturadas, sem senso do que é bonito e do que é ridículo. O que eu aprendi desde pequeno é que a minha melhor roupa era para eu me apresentar a Deus nos cultos e não aos homens e nem a mim mesmo.

Essa é apenas uma das estratégias do marketing do inferno contra nós. Outro dia, estava ouvindo a rádio Novo Tempo (95,9 FM) quando me deparei com a seguinte música: “A Hora Chegou”, do grupo Communion. A primeira estrofe diz o seguinte:

“A hora chegou, posso sentir
Ainda não sei se vou subir
Vou esperar o Pai decidir
O que eu fiz, sei que errei
Mas conservei palavras de um Rei
Em meu viver, em meu coração
O Céu vai se abrir e o som a soar
O meu nome ouvir, um anjo ali
A me convidar vai me conduzir”

Em primeiro lugar, a salvação é de graça e pela fé como está escrito em Efésios 2:8-9: “Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie” (NVI). Se eu creio que Jesus é o Messias enviado de Deus para me salvar, já estou salvo. Não tenho de ficar esperando que Deus decida se eu mereço ir para o céu ou para o inferno! Se você não se decidiu ainda não vai ser Deus que vai te obrigar a ir para o céu ou para o inferno. Precisamos aprender a parar de culpar Deus pelas nossas decisões. Se eu decidi que Jesus é o meu Senhor e Salvador, devo obedecer a todos os Seus mandamentos escritos na bíblia. Depois que postei isso no meu facebook, algumas pessoas me perguntaram se já que creio que Jesus me salvou, então posso pecar a vontade porque já estou salvo. Não foi isso o que eu disse. E se você realmente aceitou a Cristo como seu Salvador, então deve haver uma entrega da sua vida aos ensinamentos Dele. É pelo fruto que se conhece a árvore. Se você dá frutos de morte, então é pra lá que você vai!

E, em segundo lugar, a salvação não é pelo o que eu fiz ou deixei de fazer. Não é pelas coisas que alcanço em minha vida, como outras religiões pregam. Não existe uma segunda oportunidade post mortem como um purgatório. A salvação é uma decisão. Em Romanos 10:9 diz: “Se você confessar com a sua boca que Jesus é Senhor e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo”. Apartir do momento em que aceitei a Jesus como meu Salvador, então passo a obedecer Seus mandamentos porque me tornei filho de Deus (Rm 8:17) e não o contrário. Não obedeço aos mandamentos de Jesus para me tornar um filho. Se não obedeço à bíblia, então estou declarando que a minha fé é morta, logo não tenho a salvação (Tg 2:17). É preciso se converter verdadeiramente dos seus maus caminhos e andar nos passos de Jesus.

Devemos tomar muito cuidado com aquilo que ouvimos. A estratégia do maligno é essa: confundir o povo de Deus. Não é porque uma música é tocada na rádio evangélica que ela é correta ou sem heresias. Precisamos analizar à luz da palavra do Senhor se o que está sendo cantado ali está correto. A palavra em Oseias 4:6 declara: “Meu povo perece por falta de conhecimento”. Precisamos nos munir de toda armadura de Cristo e pedir discernimento do Espírito para sabermos quando uma coisa é bênção ou maldição em nossas vidas.

Simon Cho Bae

Se desejar receber devocionais como este em sua caixa de e-mail, envie uma mensagem para devocional.ibnu@hotmail.com com o assunto “Assinar”.

Operação Regate: amando como Cristo nos amou

No dia 5 de agosto, a Rede de Evangelismo da Nova Unção iniciará a Operação Resgate. Trata-se de um projeto coordenado pelo Ministério de Integração e que tem como objetivo cuidar daqueles que precisam de alguma restauração, seja física, emocional ou espiritual.

“O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.” (João 15:12). Amar é cuidar e cuidar é mais do que um ato, é uma atitude. Portanto, se você conhece alguém que precisa de ajuda, procure o Ministério de Integração e informe o nome da pessoa.

Enquanto houver vida, prossigamos em conservá-la.

(Clique em ‘Continue lendo’ para ver o cartaz do projeto)

Continuar lendo

Funionário é atingido por peça de aço e morre. E eu com isso?

Hoje, assim que abri o perfil da Rede do Facebook, deparei-me com a seguinte notícia: “Funcionário da Vale é atingido por peça de aço e morre em Vitória, ES“. No mesmo momento, eu me lembrei de que o calendário de datas comemorativas do IBGE (o qual eu acesso quase diariamente por motivo de trabalho) informava que o dia 27 de julho é o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho. Achei a situação tão irônica quanto trágica e, acima de tudo, sei que não foi por acaso.

Comecei a refletir na brevidade da vida e nas ironias cotidianas. Por exemplo, já aconteceu de eu me esforçar muito para não perder o ônibus, almoçar bem rápido, correr para alcançar o motorista, mas acabar chegando atrasada. Como saber se isso me livrou de um acidente terrível? Nunca saberei. Se aquele homem tivesse faltado o trabalho porque estava enfermo? Se ele tivesse se atrasado apenas cinco segundos para chegar àquele local? Uma mudança repentina de rumo, um objeto que esqueceu em casa e teve que voltar, um encontro casual com alguém na rua.

Continuar lendo